No Que Acredito

Cidadania Ativa

Cidade boa não se terceiriza: se constrói com participação de cada bairro, cada igreja, cada associação.

Aprendi cidadania antes de aprender política - no trabalho social, nos projetos da igreja, nas campanhas comunitárias e no contato diário com gente que resolve problema de bairro sem esperar pelo poder público. Essa força existe em Campinas e é gigantesca. O que falta é o poder público tratá-la como parceira, não como plateia.

Cidadania ativa é o contrário da política de gabinete: é o morador participando do conselho de saúde, a associação de bairro sendo ouvida antes da obra, o jovem encontrando espaço de voluntariado, a igreja e a ONG sendo respeitadas pelo trabalho que já fazem na ponta.

Nas minhas andanças pela cidade - gravando, entrevistando, servindo - vi que as melhores soluções quase sempre nascem de quem vive o problema. Governo inteligente escuta primeiro.

Como eu defendo essa causa

Conselhos e audiências que funcionam

Conselhos municipais com estrutura, divulgação e poder real de influência - não órgãos decorativos para carimbar decisões já tomadas.

Apoio ao terceiro setor

ONGs, APAEs, igrejas e associações entregam serviços essenciais com uma eficiência que o Estado raramente alcança. Merecem parceria séria, marco regulatório simples e prestação de contas digna.

Voluntariado e protagonismo jovem

Programas que conectem quem quer servir com quem precisa de ajuda - e que deem ao jovem de Campinas a experiência de transformar a própria cidade.

Perguntas frequentes

O que é cidadania ativa para Danilo Palma?

É a participação direta do cidadão na vida pública: conselhos, audiências, voluntariado e parcerias com o terceiro setor. Para Danilo, o poder público deve tratar a comunidade como parceira das decisões, não como espectadora.

Fale com Danilo